Emprego na Índia/ Mercado de Trabalho

Emprego na Índia/ Mercado de Trabalho

Para você morar na Índia depende do objetivo da sua viagem. Trabalhar, estudar, intercâmbio… cada categoria de visto o consulado indiano exige uma documentação específica. Veja qual é a sua, Site consulado indiano http://indianembassy.org.br/servicos-consulares/vistos/
Após sua chegada na Índia você terá que se registar no FRRO, que é o Escritório de Registro Regional de Estrangeiros, ou com o superintendente da delegacia de polícia local cuja jurisdição você irá ficar. Todo estrangeiro que entrar na Índia para uma estadia por mais de 180 dias deve fazer isso. Sua empresa irá orientá-lo melhor.

O caminho mais fácil de conseguir um trabalho na Índia é já estar empregado em uma empresa multinacional, onde você pode ser transferido para a Índia. Se esse não é o seu caso tente sua rede de contatos e se informe se alguém sabe de alguma oportunidade na sua área. Se você não tem nenhum contato a melhor maneira de encontrar um trabalho é a internet. Muitos sites abrem oportunidades todos os dias, você precisa preparar um bom currículo e se candidatar.

Na maioria dos casos a embaixada indiana exige que o empregador para contratar um estrangeiro pague o valor mínimo de salário anual de $ 25.000 mil dólares por ano. O que dá por mês $2.100 dólares, R$ 6.600 reais, 134.973 rúpias (valores aproximadamente)

A empresa irá fornecer para você toda a documentação necessária para você aplicar o visto aqui no Brasil.
Informações sobre empresas indianas on-line: http://www.fundoodata.com

Alguns sites para emprego

-Naukri

-Peeljobs

-Wisdomjobs

Intercâmbio/ Voluntariado

-AIESEC

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Veja também: 
🎥Custo de Vida na Índia: http://www.youtube.com/playlist?list=PLzMWI_zJr6ZY_IzM33lF7ph7msNc8o9Qj
🎥Índia tradição cultura: http://www.youtube.com/playlist?list=PLzMWI_zJr6ZaKQoxwdsxyPi86nIy9UK0J
🎥Saga viagem para a Índia: http://www.youtube.com/playlist?list=PLzMWI_zJr6ZYZCbK_RDQ0AjsN3HUfNh8K
🎥Relacionamento com indiano: http://www.youtube.com/playlist?list=PLzMWI_zJr6ZYxXUYFDnxRv88AECiqmeAX

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Estágio na Índia pela Aiesec

Estágio na Índia pela Aiesec

Hoje converso com a Bruna Paola Fagundes Tondolo, brasileira, 25 anos de Canoas/RS, formada em Comércio Exterior. No momento ela está em Pune/estado de Maharashtra, na Índia, em um estágio pela Aiesec. Antes de aceitar esse desafio ela trabalhava no Brasil como agente de viagens por 6 anos mas largou tudo e foi viver uma nova jornada.

Joice Gabriela:
Qual empresa você trabalha em Pune e qual seu cargo?

Bruna: Trabalho na empresa Tata Consultancy Services e meu cargo é: IT Service Desk.

Joice Gabriela: Como surgiu a ideia de fazer esse estágio na Índia?

Bruna: Me inscrevi no portal de vagas da Aiesec e desde o começo as vagas na Índia sempre eram a maioria, então achei que pudesse ser uma boa oportunidade de me desenvolver melhor como pessoa.

Joice Gabriela: Nos conte todo o processo, sites que você usou para achar essa vaga e os documentos necessários para vir a Índia fazendo um estágio. Como você fez? Por onde começar?

Bruna: Bom, eu fiz tudo pela Aiesec que é uma organização mundial. Qualquer pessoa até 31 anos e que preencha alguns pré-requisitos deles, pode fazer um programa como o que estou agora. Eles têm um portal online em que o candidato aplica para as vagas que tem interesse e lá estão todas as informações sobre as vagas (tipo de trabalho, carga horária, salário, benefícios, etc). É muito prático e tem muitas vagas para a Índia. Fiz entrevistas com o coordenador da Aiesec e depois com o coordenador do projeto em que eu trabalho aqui na Tata e eles organizaram todos os documentos necessários. Para tirar o visto a Tata enviou uma carta de aprovação e tive que apresentar meu contrato que eles já haviam enviado por e-mail. No meu caso foi tudo muito rápido pois a vaga precisava ser preenchida com urgência então desde a primeira entrevista até minha chegada na Índia levou 1 mês.

Joice Gabriela: Você está a quanto tempo na Índia? E qual o tempo total do estágio?

Bruna: Estou na Índia há quase 5 meses e o total do programa é de 1 ano.

Joice Gabriela: Como é esse contrato de trabalho?

Bruna: O contrato de trabalho engloba as mesmas tarefas que um funcionário regular da empresa, tenho direito também ao plano de saúde da empresa e a utilizar as dependências comuns da empresa. Trabalho em horário compatível com o horário comercial do Brasil, então faço automaticamente turno da tarde/noite. Ganho 32 mil rúpias por mês mais adicional noturno.

Joice Gabriela: Quais ajudas de custo a empresa fornece? Como é a moradia?

Bruna: A empresa dá transporte sem nenhum desconto no salário e um cartão de alimentação que pode ser utilizado em restaurantes (dentro e fora da empresa). Moro em um apto com mais 5 estrangeiros, o apto tem 3 quartos e 3 banheiros, sala, cozinha e sacada. Temos tudo que é o básico para viver e o condomínio é super tranquilo.

Joice Gabriela: Qual foi sua primeira reação ao chegar na Índia?

Bruna: Bom, eu cheguei na Índia por Mumbai e fiquei bem assustada antes mesmo que o avião tivesse pousado pois as favelas de Mumbai de cima são muito expressivas. No próprio aeroporto o procedimento que eles têm de que só passageiros circulam dentro do aeroporto já me chocou e ao sair de dentro do aeroporto, o calor e os insetos me deram as “boas vindas” heheheh aí me assustei um pouco mais.

Joice Gabriela: Teve muitas dificuldades para se adaptar? Alguma situação complicada desde que chegou na Índia? O que achou mais difícil?

Bruna: A empresa que eu trabalho oferece acomodação em um hotel para as primeiras 2 semanas que chegamos na Índia e no próprio hotel me assustei com a função de balde/caneca no chuveiro para auxiliar no banho. Eu ainda não entendia nada de Índia, então mal sabia para que aquilo ia servir (descobri depois que era para juntar água e guardar para o próximo banho, já que algumas partes da Índia sofrem como racionamento de água). O assédio aqui na Índia é grande para nós estrangeiros, tanto por homens quanto por mulheres, nunca ninguém chegou ao ponto de me tocar ou qualquer violação desse tipo, mas eles olham com excesso (o que no começo faz a gente ficar sem graça, mas depois de alguns meses cansa e ficamos sem paciência para isso). O mais difícil no começo é se adaptar a ver muito lixo pelas ruas, as buzinas por todos os lados é constante e trânsito extremamente caótico.

Bruna no festival Ganesha

Joice Gabriela: Como é o dia-dia no seu trabalho? Como está sendo essa experiência?

Bruna: Como comentei, trabalho no turno da tarde/noite pra fechar com o horário comercial no Brasil, então começo a trabalhar 15h e vou até 00h. A experiência de trabalhar na Tata é muito válida, sempre quis trabalhar em uma empresa grande e esse foi o lugar certo para isso. A empresa é cheia de procedimentos, acessos para todos os lados e muito grande (+- 30 mil funcionários só na planta que eu trabalho).

Joice Gabriela: Que diferenças você percebe no ambiente de trabalho aqui na Índia comparando com o Brasil?

Bruna: Os Indianos são muito capacitados, na vida é possível perceber que o estudo para eles está no topo das prioridades então todos são muito capacitados, porém pelo menos na equipe que eu trabalho vejo que eles têm uma tendência de procrastinar o serviço ou fazer somente quando são cobrados.

Joice Gabriela: Qual o custo de vida médio no lugar que você vive? O seu salário cobre tudo? Ainda dá para economizar algo?

Bruna: Bom, Pune não é uma cidade cara de se morar e eu moro em uma região residencial que possui absolutamente tudo que se precisa para viver sem sair do bairro (restaurantes, mercados, bancos, frutarias, etc). Cada um no apartamento paga 4.600 (quatro mil e seiscentas rúpias). Com o meu salário é tranquilo de viver, pagar aluguel, sair aos finais de semana, me alimentar e guardar um pouco para viajar pelo país.

Bruna conhecendo o Taj Mahal em Agra

Joice Gabriela: Como é a convivência com os colegas do apartamento? Diferentes nacionalidades?

Bruna: Nosso apto é calmo no geral, temos gente de várias partes do mundo, sou eu e mais uma brasileira, um colombiano, uma peruana, uma italiana e uma Africana. Todos nos relacionamos muito bem e somos amigos. Temos escala de limpeza na casa e no geral tudo funciona muito bem.

Joice Gabriela: Você tem dificuldades com o idioma?

Bruna: Estaria mentindo se dissesse que não tenho dificuldade com o Hindi, mas é possível viver tranquilo tendo inglês e aprendendo algumas palavras básicas do idioma dos Indianos. Até mesmo os indianos têm dificuldade para se comunicarem entre eles, pois cada estado possui um dialeto diferente então muitas vezes eles têm que se comunicar em inglês também.

Joice Gabriela: O que mais sente falta do Brasil?

Bruna: Além da minha família é claro, sinto muita falta da comida do Brasil, dos ingredientes para fazer um pãozinho de queijo, quibe, churrasquinho de domingo.

Joice Gabriela: O que você faz nas horas vagas? O que tem na cidade para fazer? Quais lugares você conheceu em Pune e na Índia e que indica…

Bruna: Eu geralmente leio muito aqui, procuro fazer exercícios pra manter a cabeça no lugar e também gosto de explorar os restaurantes da cidade (amo cozinhar e automaticamente comer heheheh) Pune é uma cidade enorme, aqui têm vários templos e fortes legais, os que eu já fui e super recomendo são o Aga Khan Palace e o Singahad Fort. Já fui para Mumbai também, Delhi e Agra. Todos esses lugares possuem particularidades e são muito bacanas, recomendo todas, mas Delhi fica em primeiro lugar com certeza ao meu ver.

Joice Gabriela: O que a Índia te ensinou?

Bruna: Cada dia tenho mais certeza que independente do lugar que estamos, se não olharmos pra dentro de nós mesmos e procurarmos ser pessoas melhores, lugar nenhum vai fazer diferença. Aqui tenho aprendido muito sobre gratidão, sobre humildade, mas principalmente tenho descoberto quem de fato eu sou.

Bruna lindíssima na roupa típica indiana: Saree

Joice Gabriela: Quais seus planos para o futuro depois desse estágio?

Bruna: Já estou procurando algumas oportunidades em outros países, não tenho vontade de voltar ao Brasil, até porque meus planos sempre foram de morar fora mesmo. Não tenho nada definido e para não deixar de viver meu tempo na Índia, resolvi que vou pensar nisso com mais intensidade a partir do meu 6º mês aqui.

Joice Gabriela: Que conselhos você dá para quem quer viver essa experiência?

Bruna: Posso dizer o que disse para eu mesma quando surgiu a oportunidade: vai e se der medo vai com medo mesmo. A ideia de morar fora do Brasil é super bonita no papel e quando pensamos em ir para um país mais desenvolvido que o nosso. Particularmente falando da Índia, as pessoas sempre têm um pré-conceito sobre subdesenvolvimento, sujeira e várias outras coisas, se a sua ideia é ter uma experiência de vida e não só de trabalho, que ajude a mostrar quem você realmente é e ver onde você se encaixa em qualquer lugar do mundo, não pense duas vezes, pois com certeza a experiência irá te surpreender.

Joice Gabriela: Te Agradeço imensamente por essa conversa, muito sucesso na sua vida e em seus próximos projetos. Que o seu depoimento inspire e esclareça algumas dúvidas para quem está querendo fazer um estágio na Índia.
Quem quiser conhecer mais sobre a Bruna, o dia a dia dela em Pune acompanhe o seu Blog: One page of my soul 

Muito obrigada, Namastê🙏🏻❤️

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📝🎥❤️Textos e vídeos que podem te ajudar:
📝Quanto custa viajar para a Índia: https://namastemundoporjoicegabriela.wordpress.com/2016/09/14/india-quanto-custa-viajar-para-a-india-r/
🎥Supermercados em Mumbai: https://youtu.be/vS2UMTGroAY
🎥Viajando sozinha para a Índia sendo mulher. É possível?! https://youtu.be/45o619w29aE
📝Índia revista em aeroportos, shopping, hotéis, cinema: https://namastemundoporjoicegabriela.wordpress.com/2016/09/04/india-revista-em-aeroportos-shopping-hoteis-e-cinema/
📝O que não devo fazer na Índia, dicas: https://namastemundoporjoicegabriela.wordpress.com/2016/08/13/india-o-que-nao-devo-fazer-na-india/